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Marajó dos Campos · PARÁ

ponta-de-pedras.ilhadomarajo.org

Ponta de Pedras

Praias, cerâmica e afetos marajoaras

Ilha do Marajó · Crédito cadastrado

BEM-VINDO A PONTA DE PEDRAS

Um Marajó
para descobrir.

Com praias de água doce, tradição ceramista e forte vida comunitária, Ponta de Pedras revela um Marajó acolhedor e criativo.

REGIÃOCamposESTADOParáPAÍSBrasil

HISTÓRIA E FORMAÇÃO

Memórias que
formaram Ponta de Pedras.

Da antiga referência de Mangabeira à organização do município atual, a história de Ponta de Pedras atravessa ocupações indígenas, formação paroquial, mudanças administrativas e memórias mantidas por comunidades.

Ler o dossiê históricoHistória completa de Ponta de Pedras →

PONTOS TURÍSTICOS

Descubra Ponta de Pedras

Três lugares são escolhidos a cada visita. Abra o guia completo para consultar todos os pontos, localização e orientações.

Ver todos os pontos turísticos →

VIVA O MUNICÍPIO

Experiências
que ficam.

  1. 01

    Visitar ateliês de cerâmica

  2. 02

    Aproveitar as praias de rio

  3. 03

    Conhecer a memória da cidade

HISTÓRIA, TERRITÓRIO E MEMÓRIA

Ponta de Pedras,
de dentro para fora.

História, território e memória comunitária

FORMAÇÃO DO MUNICÍPIO

Da ocupação indígena
à cidade contemporânea.

Antes da vila

O território já era indígena. Fontes históricas associam a região a populações do grande mosaico marajoara; a tradição administrativa menciona a aldeia dos Muanás, mas isso não autoriza reduzir toda a ocupação local a um único povo.

1737

As fontes administrativas reproduzidas pelo IBGE e pela Prefeitura registram a criação da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição. A localidade era então chamada Mangabeira. A narrativa sobre missionários mercedários aparece como tradição histórica, não como data precisa de fundação civil.

1757

O quadro de formação administrativa do IBGE registra a criação do distrito de Ponta de Pedras. É um marco diferente da freguesia de 1737.

1877

A Lei Provincial nº 886 elevou Ponta de Pedras à categoria de vila; a instalação ocorreu em 30 de abril de 1877.

1930–1938

Ponta de Pedras foi extinto em novembro de 1930 e anexado a Cachoeira; em dezembro passou a Arari. Em 1938 Arari foi renomeado Itaguari e, no mesmo ano, o município recebeu novamente o nome Ponta de Pedras.

1961–hoje

Santa Cruz do Arari foi desmembrado em 1961. Depois de outras alterações distritais, a divisão de 1988 voltou a registrar apenas o distrito-sede.

UM MUNICÍPIO, MUITOS TERRITÓRIOS

Praias, rios e
comunidades.

Praia da MangabeiraPraia da baía

Praia da Mangabeira

Faixa costeira ligada ao antigo nome Mangabeira, usado na narrativa de formação da sede. A paisagem muda bastante com maré, vento e período chuvoso.

Mapa ↗Fonte ↗
Fabrício Ribeiro / Férias.tur
Praia GrandeOrla urbana

Praia Grande

Um dos principais espaços de banho, encontro e lazer da sede, voltado para a baía do Marajó. Consulte as condições da maré antes da visita.

Mapa ↗Fonte ↗
Fabrício Ribeiro / Férias.tur
Território quilombola

Santana do Arari

Comunidade certificada pela Fundação Cultural Palmares. A documentação local e pesquisas recentes registram casa-grande, igreja, caldeirão de ferro e ruínas de engenho como referências de memória.

Mapa ↗Fonte ↗
Território quilombola

Tartarugueiro

Comunidade remanescente de quilombo certificada em 2013. Santana do Arari e Tartarugueiro tiveram costumes e tradições reconhecidos como patrimônio cultural municipal em 2023.

Mapa ↗Fonte ↗
Paisagem ribeirinha

Rio Crairu

Área de rios, campos e comunidades rurais registrada na cartografia municipal do IBGE. É um território vivido, não apenas um ponto turístico: combine visita e transporte com moradores ou condutores locais.

Mapa ↗Fonte ↗
Comunidades

Jagarajó e Vila Nova

Localidades do interior que ajudam a compreender a vida para além da sede: circulação pelos rios e ramais, agricultura, pesca, parentesco, festas e redes comunitárias.

Mapa ↗Fonte ↗

LIVROS, TESES E ARTIGOS

O município visto
por muitas lentes.

CASA E PAISAGEM

Arquitetura ribeirinha como conhecimento

As casas de madeira, os entalhes, as geometrias, os trapiches e as soluções construtivas das várzeas registram adaptação às águas e escolhas estéticas. A paisagem construída também é patrimônio e deve ser lida a partir de seus moradores.

Casas ribeirinhas ↗Mapa municipal ↗
TRABALHO E ALIMENTO

Açaí, pesca e agricultura

A economia municipal conecta produção rural, atravessadores, comércio urbano e Belém. Estudos registram a importância do açaí no alto Marajó-Açu e no rio Fortaleza; o diagnóstico Escuta Marajó documenta em Jagarajó a produção de feijão-manteiguinha.

Economia do açaí ↗Escuta Marajó ↗
EDUCAÇÃO E TERRITÓRIO

Estudar também é atravessar distâncias

Pesquisas em Tartarugueiro e em comunidades ribeirinhas mostram escolas multianos, oferta modular do ensino médio, deslocamentos e relações entre saber local e currículo. São fontes fundamentais para contar o interior sem reduzi-lo a paisagem turística.

SOME em Tartarugueiro ↗Escola ribeirinha ↗Educação e desenvolvimento ↗
LITERATURA

Ponta de Pedras nas páginas de Dalcídio

A obra de Dalcídio Jurandir ajuda a enxergar relações de poder, decadência de antigas elites, fazendas, trabalhadores e deslocamentos no Marajó. Literatura não substitui arquivo histórico, mas preserva sensibilidades e conflitos que outros documentos silenciam.

Estudo sobre Dalcídio Jurandir ↗
MEMÓRIA QUILOMBOLA

Território é arquivo vivo

Santana do Arari e Tartarugueiro precisam aparecer por suas lutas, famílias, trabalho, religiosidade e transmissão de memória — não apenas por ruínas. A trajetória de Teodoro Lalor de Lima documenta disputas territoriais e liderança quilombola nos rios Arari e Gurupá.

Teodoro Lalor de Lima ↗Santana do Arari ↗Tartarugueiro ↗

MEMÓRIA LOCAL

Uma cidade contada
por quem a observou.

PATRIMÔNIO URBANO1932–1999

Palácio Municipal: construção, incêndio e retorno

Uma memória assinada por Sérgio Pereira e Antônia Teixeira Ribeiro registra o início da construção em 1932, a inauguração em 1938, os usos cívicos e sociais do edifício e o incêndio de 10 de setembro de 1999. O relato também identifica o mestre de obras Benedito Cândido Cerdeira e trabalhadores ligados à construção e à restauração.

Ler o relato e ver as fotografias ↗
CAMINHO DAS ÁGUAS2011

Marajó-Açu, Carnapijó e Itaguary vistos da embarcação

A crônica de viagem descreve a aproximação à cidade pelo rio Marajó-Açu e registra barcos de passageiros, pesca, comboios de madeira e dois marcos de navegação: o farol do Carnapijó, na entrada do furo, e o farol Itaguary, na entrada do Marajó-Açu. É um bom roteiro de leitura da paisagem, mas seus tempos e serviços de transporte são históricos.

Acompanhar a travessia de 2011 ↗
TRABALHO E CIDADEDécadas de 1970–2010

Estaleiro, olaria, serraria e comércio na beira do rio

Ao comparar diferentes momentos da cidade, o autor recorda um estaleiro na Ilhinha, o comércio do sr. Paulino, a olaria e serraria do sr. Ovídio e o comércio da sra. Nela. O texto ajuda a mapear atividades desaparecidas ou transformadas e deve ser tratado como testemunho pessoal a confirmar com fotografias, documentos e entrevistas.

Consultar a memória econômica ↗
FÉ E FESTA2011

Círio fluvial, cavalos marajoaras e a praça

O registro do Círio de Nossa Senhora da Conceição menciona a igreja restaurada pela comunidade, a praça como lugar de encontro, o Círio fluvial e a corrida de cavalos marajoaras. Por ser um retrato de 2011, ele preserva uma edição específica da festa e não deve ser lido como programação atual.

Ver as crônicas do Círio de 2011 ↗
COMUNIDADE DE ARAPIXI2015

São Sebastião e o reencontro dos arapixienses

A postagem sobre a festividade de São Sebastião descreve embarcações chegando à vila enfeitadas com balões e bandeirinhas, saudadas por fogos, e a festa como ocasião de retorno e reencontro de famílias. O registro amplia a página para além da sede e indica uma pauta valiosa para entrevistas locais.

Abrir o registro de Arapixi ↗
CULTURA E LEITURA2016

Biblioteca no Centro Cultural Bertino Boulhosa

Uma visita publicada em 2016 descreve a Biblioteca Municipal no primeiro andar do Centro Cultural Bertino Boulhosa, na rua XV de Novembro, incluindo salas de leitura, estantes e condições do prédio naquele momento. A ficha serve como documentação histórica; funcionamento e estado atual precisam ser confirmados.

Ver a visita documentada ↗

CULTURA VIVA

Carimbó, dança,
boi e transmissão.

ACERVO DE PESQUISA

Fontes para continuar
investigando.

MUSEU GOELDI · LEITURAS DO TERRITÓRIO

Ponta de Pedras
em pesquisa.

Publicações selecionadas pelo vínculo real com o município ou com processos regionais que ajudam a compreendê-lo.

011993 · Búfalos e saúde animal

Deficiência mineral em bubalinos na Ilha de Marajó

Pesquisa realizada em fazendas de Muaná e Ponta de Pedras durante períodos chuvoso e seco.

Ler na fonte ↗
021985 · Águas, pesca e sazonalidade

Ocorrência, distribuição e biologia dos peixes da Baía de Marajó

Estuda a variação sazonal da salinidade e a importância da foz do rio Pará para peixes de água doce e marinha.

Ler na fonte ↗

Esta seleção distingue estudo municipal, pesquisa regional e documento histórico. Novas publicações podem ser incorporadas quando houver vínculo territorial e fonte verificável.

Explorar a biblioteca completa →

SERVIÇOS EM DESTAQUE

Encontre o que precisa em Ponta de Pedras

Três sugestões diferentes a cada visita. O diretório completo organiza alimentação, hospedagem, turismo, transporte, saúde, comércio e serviços públicos.

Ver todos os serviços do município →

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Notícias de Ponta de Pedras

As três atualizações mais recentes do caderno municipal, sempre exibidas em ordem editorial.

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MAPA LOCAL · GOOGLE MAPS

Ponta de Pedras,
de perto.

Explore ruas, estabelecimentos e informações atualizadas no Google Maps. Os pontos editoriais abaixo passam por curadoria do portal.

FEITO EM PONTA DE PEDRAS

Saberes que
viram caminhos.

Conheça artesãos, produtores, hospedagens e experiências locais.

Explorar a feira →

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